ATEA promove seminário sobre ensino religioso e a concordata

8 08 2009

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FONTE: www.atea.org.br





ATEA – Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos

16 05 2009

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ATEA é a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos

Entidade sem fins lucrativos sediada virtualmente no site www.atea.org.br, registrada no 1º Oficial de Registro de São Paulo/SP e na Receita Federal – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) sob o número 10.480.171/0001-19.

Surgiu da necessidade crescente de ateus se organizarem e conta atualmente, maio de 2009, com mais de 500 associados. Foi fundada em agosto de 2008, mas o registro só aconteceu em novembro pois o processo é bastante burocrático e moroso. Bem antes disso, muitos papos aconteceram nas listas de discussão da STR e Secularismo, a idéia de fundar uma ONG ateísta é bem antiga e permeia não apenas essas listas, mas diversos fóruns de ateísmo e ceticismo pela internet brasileira. Até onde sabemos todas as tentativas anteriores fracassaram por motivos como falta de acordo entre as pessoas envolvidas e falta de empenho em efetivar o registro da entidade. Os Associados Fundadores, Daniel Sottomaior, Alfredo Spínola e Mauricio Palazzuoli, se conheceram através dessas mesmas listas de discussão e desde então discutiram a necessidade e viabilidade de uma organização, daí surgiu a ATEA. 

É uma associação de direito privado,  constituída por tempo indeterminado, sem fins econômicos, de caráter organizacional, filantrópico, assistencial, promocional, recreativo e educacional, sem cunho político ou partidário, com a finalidade de desenvolver atividades no campo da ordem social que busquem promover o ateísmo, o agnosticismo e a Laicidade do Estado.

A Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos tem como objetivos:

  • Congregar ateus e agnósticos, defendendo seus interesses e direitos, em todo o território nacional, bem como nos países ou estados independentes onde o Estado Brasileiro possui representação diplomática;
  • Combater o preconceito e a desinformação a respeito do ateísmo e do agnosticismo, dos ateus e dos agnósticos;
  • Auxiliar a auto-afirmação dos ateus e agnósticos frente ao preconceito e a rejeição sociais;
  • Apontar o ateísmo e o agnosticismo como caminhos filosóficos viáveis, consistentes e morais;
  • Promover sistemas éticos seculares;
  • Promover a laicidade efetiva do Estado, combatendo em todas as esferas legais qualquer tipo de associação que seja contrária ao descrito na Constituição da República Federativa do Brasil;
  • Promover o pensamento crítico e o método científico; e
  • Defender os direitos legais de ateus e agnósticos podendo participar e contribuir com as instituições democráticas legalmente descritas e fundamentadas na Constituição da República Federativa do Brasil, fazendo sugestões, participando de discussões sociais e representando ações públicas ou privadas sempre com base nos objetivos descritos e fundamentados no estatuto. 

FONTE:  www.atea.org.br





Desbatize-se!

30 04 2009

A Sociedade Secular Nacional (National Secular Society – NSS) está oferecendo às pessoas que desejam renunciar à sua fé cristã um certificado de “desbatismo”.

A entidade, que já promove uma polêmica campanha publicitária atéia nos ônibus de Londres, informa que mais de 100 mil pessoas já baixaram certificados de “desbatismo” de seu site e que muitas outras pediram cópias em papel, pelo preço de US$ 4 (cerca de 10 reais).

O certificado diz, entre outras coisas, que seu portador está liberado “do pecado original que nunca teve”.

A iniciativa é apenas mais uma desta natureza que acontece na Europa nos últimos tempos.

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Site: http://www.secularism.org.uk/

 

DESBATISMO

Eu te liberto de toda e qualquer moral
Eu te liberto de todo o bem
E também de todo o mal
Eu liberto o teu desejo de potência
Eu liberto tua essência natural

E ainda que não queira
E por mais que chore, grite e esperneie
Tua criança natural
Eu te liberto do Papai Noel
Eu te liberto do Santa Claus
Eu te liberto do Pai Natal

Eu te liberto da verdade absoluta
E de toda doutrinação
E de todos os santos modelos

E para que sejas bom e mal
Livre de qualquer obrigação
E assim ser amigo verdadeiro
Eu te liberto de toda a culpa
Eu de liberto do medo da miséria
Eu te liberto da mágoa do dinheiro

E para que a tua liberdade não dê na vista
Eu liberto toda a tua arte
Para que finjas ser comum.
E para fingires de verdade
Te liberto de toda a ingenuidade

E para que vivas intensamente
E para que tornes quente qualquer noite fria
Eu liberto toda a tua dureza
E toda a tua poesia…

Assim será

(Airtton – www.overmundo.com.br/banco/desbatismo-1)





Porque sou atéia…

18 04 2009

Vídeo feito por Fernando Thomazi





Excomungue-se!

21 03 2009

excomunhao

Você foi batizado contra a sua vontade?

Já está mais do que cansado da Igreja Católica, do Vaticano
e todas as suas pretensas verdades e (imensos) equívocos históricos?

Ficou embasbacado ou furioso com as últimas notícias?

EXCOMUNGUE-SE!

Faça hoje mesmo seu pedido para a autoridade clerical mais próxima!    

 

 

 

CARTA MODELO DE PEDIDO DE EXCOMUNHÃO:

(Cidade – Estado) Brasil, dia/ mês e ano.  

 

A/C: Reverendíssimo Pároco da Igreja de………

(Nome do padre)

A/C: Sua Eminência Bispo Diocesano.

(nome do Bispo)

 

Estimados Senhores

Tendo sido batizado na Igreja da Paróquia (nome da paróquia), (nome da cidade, Estado) dia/mês e ano, sob o nome (colocar seu nome de batismo completo) filho de (Nome do pai e nome da mãe, completos), é o presente para solicitar a

remoção

de meu nome daqueles registros de batismo com a seguinte menção: “declarado apóstata por carta escrita datada de (dia/mês) de 2006”.

Conseqüentemente, exijo que seja declara, incontinenti, minha

excomunhão

nos termos do § 1.º do Cânone 1364 do Código Canônico: “Apostata a fide, haereticus vel schismaticus in excommunicationem latae sententiae incurrit […]”.[1]

De fato, minhas convicções religiosas e filosóficas não correspondem àquelas das pessoas que estimaram em ter-me batizado.

Assim, e agindo desta maneira, os seus escrúpulos da verdade – e os meus – serão aliviados, e os seus registros ficarão isentos de qualquer ambigüidade.

Dos requisitos para a excomunhão

Afirma o Cânone 751 do Código Canônico: “Dicitur haeresis, pertinax, post receptum baptismum, alicuius veritatis fide divina et catholica credendae denegatio, aut de eadem pertinax dubidatio; apostasia, fidei christianae ex toto repudiatio; schisma, subiectiones Summo Pontifici aut communionis cum Eclesiae membris eidem subditis decretatio”.[2]

Conforme lição de Carlos Corral Salvador e José Maria Urteaga Embil[3], o conceito de Apóstata aparece no cânone 751: “Apostasia é o repúdio total da fé cristã”.

Existe este repúdio, quando se repudia o próprio fundamento da fé cristã, quer dizer, os mistérios da Trindade e da Encarnação. É apóstata da fé cristã quem rejeita Jesus Homem-Deus, pois a fé cristã consiste substancialmente na revelação que Deus fez, em Jesus, Deus e Homem.

É necessário, porém, distinguir o pecado de apostasia do delito de apostasia. O cânone 751 declara quem é Apóstata, no sentido teológico e moral. Mas, para que o pecado de apostasia seja também delito de apostasia, é preciso comprovar se existem elementos essenciais do delito, de modo especial os indicados no cânone 1330. Para que exista o delito de apostasia, é preciso que o repúdio da fé cristã, enquanto tal, seja externo; e, para que possa ser considerado consumado, é preciso que seja percebido por alguém.

Outro não é o caso!

Meu ato é EXTERNO, posto que escrito, e PERCEBIDO POR ALGUÉM, os senhores, Reverendíssimo Pároco dessa paróquia e Sua Eminência o Bispo Dioceseano, que dele são testemunha.

A pena prevista para o Apóstata, como também, em seu caso, para o herege e o cismático, é, de acordo com o cânone 1364, a excomunhão latae sententiae.

Ainda no cânone 751, define-se a Cisma como a recusa de sujeição ao Sumo Pontífice ou de comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos. Quem se subtrai à obediência da Igreja e à comunhão constitui-se propriamente em Cismático, pois o pecado de cisma consiste em recusa de sujeição ao Sumo Pontífice ou de comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos, independentemente do motivo que haja para tanto. Esse fiel incidiria numa rejeição formal da Igreja católica, de que fala o cânone 1117.

Já a Heresia se trata da negação ou dúvida pertinaz de uma verdade que deve ser crida com fé divina e católica da parte de um batizado. No cânone 750[4] indicam-se quais as verdades de fé divina e católica.

Com relação à gravidade do presente ato, e conforme declarava o Código Canônico de 1917, a pena é latae sententiae (ou automática) se vai unida, de tal forma, à lei ou ao preceito, que se incorre nela pelo próprio fato de se ter cometido o delito, não sendo necessário que o juiz ou o Superior a aplique. No mesmo Código, definia-se o “dolo”, em matéria penal, como a vontade manifesta de violar a lei.

Essas definições estão claras na presente missiva, não podendo ser negadas, além de continuar sendo válidas atualmente. “Delito doloso” será, pois, o delito cometido à ciência e consciência de que se está transgredindo um preceito legal.

Da motivação para a excomunhão

Reconheço que para a igreja é muito mais fácil reconhecer outras superstições, e que, não sendo familiarizada com o racionalismo, ela (a igreja) tem dificuldade em aceitar a decisão de renúncia da fé religiosa.

Portanto, como forma de confissão pública de minhas intenções de ser excomungado, e para ter certeza de que minha blasfêmia esteja suficientemente clara, AFIRMO:

Eu NÃO SOU mais um Católico Romano.

Eu NÃO ACEITO a posição da igreja sobre o controle de natalidade, sobre o aborto, sobre o uso de métodos anti – conceptivos e em relação à orientação sexual homoafetiva ou homossexual.

Eu NÃO ACREDITO em orações, dogmas, nos concílios, em milagres ou em teologia, eu NÃO tenho posto os pés em uma igreja por anos, exceto para casamentos e funerais, e eu NÃO QUERO continuar a ser computado como católico.

EU SOU ATEU.

Eu, por meio desta, renuncio a todas as afirmações, dogmas e significados da religião.

Eu renuncio a todas as bênçãos, benefícios, graças, santificações e vantagens supostamente conferidas a mim por qualquer ato religioso realizado por mim ou em meu benefício no passado, no presente ou no futuro.

Eu condeno a idéia do pecado original, e renuncio a qualquer batismo feito por mim ou em meu benefício com a intenção de retirar este dito pecado de mim.

Eu rejeito a idéia dos sacrifícios expiatórios e de seus presumidos benefícios.

Eu não creio na existência de deus ou de deuses, reinos sobrenaturais ou vida após a morte, na suposta santidade de Maria e outros e não agirei como se eles existissem.

Eu não creio que qualquer livro, construção, local, pessoa pensamento ou ato seja santificados e eu não fingirei que eles são.

Eu me recuso à sujeição ao Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana.

Eu NÃO penso que orações sejam mais do que meras conversas consigo próprio, e não vou fingir que sejam.

Eu não creio que qualquer pessoa seja mais santificada que qualquer outra, ou que qualquer ser humano deva ser mais elevado em relação a outro por qualquer motivo, seja por ancestralidade, raça, sexo, ocupação, orientação sexual, crença ou qualquer outra razão, e não fingirei que seja.

Por favor, removam meu nome de todos os registros de sua igreja, efetivem minha excomunhão, e registrem que eu não sou mais um Católico Romano.

Comunicando o envio de cópia desta à Paróquia desta cidade, solicito mui respeitosamente a Vossas Excelências, por fim, confirmação escrita, assinada e com o devido carimbo, de próprio punho deste ato, pelo Pároco responsável, bem como o Bispo responsável por essa Diocese e, por favor, que sejam o mais rápido possível.

Não pense que esta carta foi escrita em algum momento de furor insano e inconseqüente contra sua instituição religiosa. Muito antes e pelo contrário.

Eu sei que esta carta envolve excomunhão e estou a par das implicações e das conseqüências de meu ato.

E, para terminar, afirmo que faço isto de plena consciência, de livre e espontânea vontade, e com grande alegria por me ver livre do fardo de ser considerado católico.

Nestes termos

Cética, laica e atenciosamente;

 

(Assinatura)

_________________________

(Nome completo)

(endereço)

Fone

E-mail

 

 

[1] O apóstata da fé, o herege e o cismático incorrem em excomunhão latae sententiae […].

[2] Chama-se heresia a negação pertinaz, após a recepção do batismo, de qualquer verdade que se deva crer com fé divina e católica, ou a dúvida pertinaz a respeito dela; apostasia, o repúdio total da fé cristã; cisma, a recusa de sujeição ao Sumo Pontífice ou de comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos.

[3] in Dicionário de Direito Canônico. São Paulo: Edições Loyola. 1993

[4] Cânone 750: “Deve-se crer com fé divina e católica em tudo o que está escrito na palavra de Deus escrita ou transmitida, a saber, no único depósito da fé confiado à Igreja, e que, ao mesmo tempo, é proposto como divinamente revelado pelo magistério da Igreja ou pelo seu magistério ordinário e universal; isto se manifesta pela adesão comum dos fiéis sob a guia do magistério sagrado; por isso, todos estão obrigados a evitar doutrinas contrárias.”

 

*TIRAR DUAS CÓPIAS E PROTOCOLAR NA PARÓQUIA ONDE FOI BATIZADO, DE FORMA QUE UMA CÓPIA FIQUE NA MESMA E A OUTRA CARIMBADA PELO PROTOCOLO, FIQUE COM VOCÊ.*






A EXCOMUNHÃO DA VÍTIMA – Miguezim de Princesa

21 03 2009

I
Peço à musa do improviso
Que me dê inspiração,
Ciência e sabedoria,
Inteligência e razão,
Peço que Deus que me proteja
Para falar de uma igreja
Que comete aberração.
II
Pelas fogueiras que arderam
No tempo da Inquisição,
Pelas mulheres queimadas
Sem apelo ou compaixão,
Pensava que o Vaticano
Tinha mudado de plano,
Abolido a excomunhão.
III
Mas o bispo Dom José,
Um homem conservador,
Tratou com impiedade
A vítima de um estuprador,
Massacrada e abusada,
Sofrida e violentada,
Sem futuro e sem amor.
IV
Depois que houve o estupro,
A menina engravidou.
Ela só tem nove anos,
A Justiça autorizou
Que a criança abortasse
Antes que a vida brotasse
Um fruto do desamor.
V
O aborto, já previsto
Na nossa legislação,
Teve o apoio declarado
Do ministro Temporão,
Que é médico bom e zeloso,
E mostrou ser corajoso
Ao enfrentar a questão.
VI
Além de excomungar
O ministro Temporão,
Dom José excomungou
Da menina, sem razão,
A mãe, a vó e a tia
E se brincar puniria
Até a quarta geração.
VII
É esquisito que a igreja,
Que tanto prega o perdão,
Resolva excomungar médicos
Que cumpriram sua missão
E num beco sem saída
Livraram uma pobre vida
Do fel da desilusão.
VIII
Mas o mundo está virado
E cheio de desatinos:
Missa virou presepada,
Tem dança até do pepino,
Padre que usa bermuda,
Deixando mulher buchuda
E bolindo com os meninos.
IX
Milhões morrendo de Aids:
É grande a devastação,
Mas a igreja acha bom
Furunfar sem proteção
E o padre prega na missa
Que camisinha na linguiça
É uma coisa do Cão.
X
E esta quem me contou
Foi Lima do Camarão:
Dom José excomungou
A equipe de plantão,
A família da menina
E o ministro Temporão,
Mas para o estuprador,
Que por certo perdoou,
O arcebispo reservou
A vaga de sacristão.





JESUS, um plágio!?

7 03 2009

plagio3*FONTE: http://www.dc.golgota.org/estudos/plagio.html